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| Body Stuff I've created this journal to share writings on issues related to my interests in physical activity, body image and sports. Since they are unrelated to my professional writing, I wanted a separate space. Subjects are somewhat random at this point - the under-recognized role of Physical Education in society, threats posed by stereotype driven thinking on body image, threats posed by politically correct thinking on body image, etc. Your comments are specially appreciated, since this is an exploratory enterprise. Entries are posted in Portuguese and/or English. | | Coisas sobre o Corpo Eu criei esse blog para partilhar idéias sobre questões relacionadas aos meus interesses em atividade física, imagem corporal e esportes. Uma vez que esse material não está relacionado à minha publicação profissional, eu queria um espaço separado. Os assuntos ainda são relativamente aleatórios - o papel mal reconhecido da Educação Física na sociedade, os riscos do pensamento estereotipado sobre a imagem corporal, os riscos do pensamento politicamente correto sobre a imagem corporal, etc. Seus comentários são particularmente bem-vindos, uma vez que essa é uma empreitada exploratória. Os textos estão em Português e/ou Inglês. |
Se você desejar receber notificações semanais sobre as atualizações deste blog e de outros blogs e colunas que eu mantenho, envie e-mail para marilia-coutinho@uol.com.br com o assunto “notificações”. Os blogs e colunas estão listados no site BodyStuff. Marilia BodyStuff  | |
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De volta ao tema das certificações, especializações ou atestados de formação especial em geral na área da saúde. Ontem um colega fisioterapeuta viu os três volumes de re-edições dos livros de Joseph Pilates na minha mesa. Faz parte de um mecanismo automático do meu funcionamento profissional acessar a fonte original de informação em qualquer tema sobre o qual eu deva emitir opinião, explicar ou resumir o assunto. Porém, não é apenas uma conduta automática: é algo que acredito ser a base da boa prática profissional em qualquer campo. É a base da meritocracia – o sistema de ordenamento profissional baseado no mérito e competência. É assim que ensino meus alunos. Quando uma determinada prática requer um conhecimento codificado há algumas gerações, é fundamental que o praticante conheça este percurso. Não é essencial que todo biólogo tenha lido a obra de Darwin. Espera-se que um especialista em biologia evolutiva, no entanto, tenha lido pelo menos trechos importantes de On The Origin of Species. Não me passaria pela cabeça perguntar a um psicoterapeuta se ele estudou conceitos de psicanálise lendo textos originais de Freud: assumo que o tenha feito. Os livros de Pilates estavam ali na minha mesa porque devo escrever sobre tema relacionado. O colega então perguntou como obtive estas cópias, pois seriam inacessíveis. Ora, é só entrar no site da Amazon e comprar – tudo que se requer é um cartão de crédito internacional. Ele então comentou que outro colega fisioterapeuta foi aos Estados Unidos, sem nenhum conhecimento prático da língua inglesa, fez um curso rápido sobre Pilates e hoje ministra um programa ou sei lá o que num bairro abastado de São Paulo. No par de horas que se dedica a isso na semana, fatura cinco mil reais. Chocada, respondi: “nossa, deve dar vontade de queimar o diploma”. Meu colega disse que muito pelo contrário, aprovava a conduta do terceiro e que essa era a regra no nosso país. Tive uma epifania de pessimismo agudo segundo a qual, nas áreas da saúde com práticas mais “hype”, o mundo se divide entre quem sabe a coisa, e quem ganha grana com a coisa. Sem sobreposições. Devo estar errada, claro. É bem possível que uma ínfima minoria dos que ganham grana saibam do que estão falando (e fazendo). Também é possível que uma ínfima minoria dos que se dedicam a estudar (a coisa) acabem por ganhar alguma grana com ela. Mas no geral, o que tenho visto é que a regra é a fraude. Eu mesmsa já fui afanada um par de vezes. Sei de outros colegas que se dedicam ao lado do “know how and what” (em oposição ao “earn with, whatever it takes”) que riem da própria miséria ao admitir o número de vezes que lhes deram chapéu, lhes tomaram o método sem reconhecer a fonte, entre outras práticas igualmente nojentas do ponto de vista ético. Então dei um google em “curso pilates” e descobri centenas de programas oferecidos por instituições rigorosamente desconhecidas, cobrando fortunas para certificar alunos em poucas semanas a “dar aula de pilates”. É evidente que há um componente de conhecimento tácito – aquele não codificado, transmitido de praticante experiente para novato – em qualquer prática corporal. Cá para nós: quem é que pode ser ingênuo o suficiente para acreditar que estas centenas de cursos contam com “praticantes experientes”? Outro colega relatou a situação em que uma empresa solicitou aula de tai-chi-chuan dentro do escritório. Isso mesmo: entre as mesas. Pessoas que conhecem esta arte marcial de herança, embora não origem, milenar, sabem perfeitamente que isso é impossível. Também sabem que só está capacitado a ensinar tai-chi-chuan a pessoa que tenha percorrido um programa de formação longo e seguido um rigoroso código de ética. No entanto, segundo a opinião do colega fisioterapeuta e possivelmente da grande maioria dos profissionais da área da saúde hoje, não atender a solicitação da empresa é demonstração de ingenuidade e falta de visão comercial. O caso do professor de Pilates fast-food e do dilema do mestre de tai-chi-chuan demonstram a trágica situação que o mercado de fitness criou para a instrução profissional de práticas corporais, terapêuticas ou não. É um vale tudo, onde a primeira vítima é a ética e a moral, a segunda é o praticante-“cliente”, submetido ao que só posso qualificar como estelionato intelectual, e a terceira é a saúde pública. | |
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Dia 10 de novembro, terça-feira, finalmente fui submetida à cirurgia de reconstrução do ligamento cruzado anterior planejada há meses. Esta cirurgia foi uma medida corretiva para um acidente que ocorreu em treino dia 8 de junho deste ano. Antes que alguém levante a tese idiota de que esporte não é saúde e que exageramos em algum parâmetro de atividade, adianto a certeza de que o acidente foi causado por descuido meu. Ocorreu durante uma série leve de aquecimento em agachamento, sem equipamento, com apenas 120kg. É precisamente nos pesos leves e com os quais temos segurança que ocorre a maioria dos acidentes. O atleta fica menos atento, o que é um erro. Embora não haja nenhum estudo sistemático a respeito, em conversas com amigos, conjecturamos que lesões ocorrem freqüentemente em momentos de stress não relacionado ao esporte. Nestes períodos, temos lapsos de foco durante o treino. Os probleminhas e problemões que deveriam ficar barrados no baile do nosso esporte invadem nossa mente e roubam nossa atenção durante os tais pesos mais leves e momentos de aquecimento. Foi o que aconteceu comigo: ao devolver a barra ao suporte, não verifiquei que ambos os lados da barra estivessem devidamente seguros. O lado esquerdo não estava. Assim que soltei a barra supostamente em seu suporte, o lado esquerdo, solto, girou meu corpo violentamente. Os pés bem fixados no chão, quem girou foi a articulação do joelho esquerdo, sofrendo instantânea ruptura de ligamento, amputação de menisco, donos à cartilagem e osso. Em um mês de trabalho de reabilitação, eu já estava agachando novamente com um peso interessante (com macaquinho sem suporte e faixa mole, 150kg) e planejava manter o colendário competitivo. No entanto, observando melhor as adaptações de movimento ao macaquinho suporte – um que eu nem havia ainda testado – achei mais sensato suspender os agachamentos e terras competitivos enquanto não fizesse a cirurgia: a articulação estava instável. Qualquer movimento dos joelhos para dentro ou para frente, freqüentes em cargas altas e falha, seria catastrófico. A cirurgia de reconstrução do LCA atualmente tem alto índice de sucesso em atletas. A minha foi realizada com o graft do tendão patelar. A inserção ficou precisa e o movimento articular mecanicamente perfeito. Tive alta na quarta-feira. Neste mesmo dia tive uma sessão de fisioterapia no Hospital Oswaldo Cruz e aprendi a caminhar com as muletas apoiando os pés no chão. Imobilizador para dormir. Quinta-feira respeitei as ordens e fiz nova sessão de fisioterapia, com o Bernardo (Aron). O problema é que quinta-feira eu já não tinha dor alguma. O “limite da dor” para a flexão não existe. Sexta-feira as muletas viraram ornamento. Principalmente depois que uma caiu no meu pé e decidi que elas eram um trambolho. Consultei o Caetano e, desde que eu me policiasse quanto a rotação da articulação, que não pode em hipótese alguma ocorrer, fui liberada (ou forcei a barra?). Hoje estou aqui, num calor insuportável, colocando a vida em dia. É difícil pensar direito com tantos dias sem treino. Chova ou faça esse sol de rachar que ninguém merece, segunda-feira vou treinar. Falo tanto mal das máquinas, mas segunda farei uma homenagem a elas, detonando-as. Aí embaixo vão algumas referências das quais gostei sobre a cirurgia. Mais comentários nos próximos dias, log de treino e rehabilitação em http://bodyspace.bodybuilding.com/marilia05/ , log do treino mental em http://www.istadia.com/go/marilia05 e qualquer outra coisa extra aparecerá por aí. Fora isso, recuperação pós-cirúrgica é sempre muito chato. Sou a favor de um certo isolamento, boa alimentação, bem hiper-proteica, coisa garantida pelo Marcão, que me enviou potes e potes de whey. Vitamina C, condroitina e glucosamina... mas isso fica para outro post, num outro dia. THE HISTORY OF ACL SURGERY - P. COLOMBET, M. ALLARD, V. BOUSQUET, C. DE LAVIGNE, P.H. FLURIN http://books.google.com.br/books?id=L6MNXIC7x0AC&pg=RA6-PA602&dq=ACL+reconstruction+surgery#v=onepage&q=ACL%20reconstruction%20surgery&f=false http://books.google.com.br/books?id=WpciU74pRWAC&dq=ACL+reconstruction+surgery&source=gbs_navlinks_s | |
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Entre 2008 e 2009, o Brasil observou a super multiplicação de cursos de educação continuada. Na área da saúde, há um em cada esquina. Na Educação Física e fisioterapia, então, chegou a níveis obscenos. Virou um mercado selvagem, de competição desleal e não meritocrática. Um vale tudo no qual inescrupulosos se aproveitam da perplexidade dos estudantes e jovens profissionais super-expostos a folders, malas direta e cartazes coloridos prometendo saberes sensacionais transmitidos por nomes desconhecidos. Segundo os analistas, essa “bolha da NASDAQ” em que qualquer especialista sem currículo ou prática se aventura no campo do ensino de extensão sem capacitação para tal vai estourar. Depois da explosão, vão sobrar só os que tiverem muita grana de investimento em marketing e os grandes nomes de competência. Isso é bom ou ruim? Não sei. Não sei se é possível saber agora. Só o que sei é que como está não tem como continuar. | |
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| Fabiano e Caetano (meus médicos, da ortopedia da Clínica Berrini e do H. do Servidor Público) garantem que a recuperação será sensacional. Caetano me adverte que o problema é justamente a falta de dor. Em pouco tempo, não haverá incômodo algum. Porém, o tecido estará em processo de reconstrução e portanto frágil. Para quem sofreu lesão semelhante, só tenho um conselho: confiança irrestrita nos cirurgiões. O motivo é simples: os problemas relacionados à cicatrização da junção tendão-osso são ainda controvertidos na literatura. Bem apontado por XX , a “evidência anedótica” (aquela que enquanto não se publica com um “n” razoável é objeto de troca de experiência entre cirurgiões bem capacitados e dedicados) é mais rica do que o consenso científico. Uma fonte legal: Controversies in knee surgery – Por Riley J. Williams,David P. Johnson | |
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| Tenho oferecido uns cursos. O último foi de suplementação esportiva e princípios de nutrição para artes marciais, no Núcleo 7 Esferas do Tao. O curso foi planejado para um dia de atividades, sendo eu falando sobre slides uma parte do tempo, discussão e um almoço-prática. Nessa atividade, preparamos uma refeição com whey e cada um criou seu sanduíche a partir de ingredientes disponíveis numa mesa. Todos anotaram o que e quanto comeram e depois fizemos uma análise crítica dessa refeição: composição calórica e macro-nutricional, no contexto de uma dieta adequada para a prática deles. Isso é suficiente para que estes praticantes de artes marciais estejam instrumentados para admininistrar sua própria alimentação? Dá formação a profissionais de nutrição e esporte? Sim para a primeira, não para a segunda. Praticantes vêm em todas as formas, tamanhos, cores e necessidades de informação. Um profissional ético da informação e formação técnica consegue suprir o que todos querem, pois aqueles que têm uma demanda maior devem sair munidos das ferramentas para prosseguir sozinhos ou assistidos. Profissionais da área, no entanto, representam um outro problema. Em primeiro lugar, existem, ou deveriam existir, padrões mínimos. Não se pode dar um curso de oito horas de nutrição esportiva para recém-formados de todas as origens, inclusive de escolinhas de fundo de quintal que não lhes ensinam nem o básico da bioquímica, e esperar que sejam capazes de utilizar essa informação para decisões profissionais com proficiência. Pode ajudar, mas não resolve. Isso é um problema, especialmente quando se trata de saber que integra uma dose grande de conhecimento tácito. Posso falar 5 horas seguidas sobre a biomecânica do levantamento terra. Se o sujeito não treinar por uns dois meses, garanto que é impossível assimilar essa informação no nível necessário para que seja utilizada criticamente no dia a dia, e, mais, reproduzida (ensinada). O problema é que existe um mercado mentiroso que promete milagres aos ingênuos na forma de certificações. Alguém constrói (como constrói, é uma outra longa história) uma reputação numa determinada prática que interessa ao mercado. Cria cursos – até aí, tudo bem: é digno cobrar por um conhecimento que se obteve ao longo de anos de investimento e prática. E dá uma certificação ao tonto que faz o curso! Pior: por causa dessa perversão, o tonto acredita que a certificação é mais importante do que o que ele deve aprender. Assim, amanhã ou depois eu, se fosse canhalha, passaria a dar certificação em levantamento de peso (o que em si é sem noção, pois é conhecimento de domínio público, de origem anônima e/ou coletiva). O sujeito faz cinco aulas, uma prova, e sai com um papelucho na mão com a sigla PET (powerlifting embromator tabajara). Na semana seguinte, ele põe um monte de praticantes recreacionais para fazer levantamento terra sem se tocar quanto à contração da musculatura sinergista, quanto à isometria na adução da escápula, quanto à percepção do início do movimento na elevação dos ombros e quanto à catástrofe da elevação precoce do quadril. E, pronto: lesão. Culpa de quem? Minha! Desculpe, mas não rola PET comigo. Eu conto, ensino, treino, mas não forneço certificação PET (certificado, sim - certificação, não). | |
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| Este final de semana estive no Campeonato Mineiro / Copa Canhão em Cabo Verde, MG, organizado pelo atleta e professor Agostinho Melo. Lá tive oportunidade de examinar e observar o uso de camisas de supino variadas, mas predominantemente as da marca Canhão. Embora eu já conhecesse a marca, não havia ainda visto uma variedade grande de modelos e exemplares, produzidos em épocas diferentes. A marca tem alguns anos e, posso estar enganda, mas parece-me que as inovações tecnológicas mais marcantes foram introduzidas nos dois ou três últimos. É importante, em relação a esta fabricação, distinguir entre “modelo” e “exemplar”. O modelo se refere ao tipo de material, tipo de gola, abertura, número de camadas e outras características estruturais. No entanto, como diferente de outras marcas de camisa de supino, o corte, encaixe da manga e medidas são inteiramente customizadas. Não existem duas “T-Rex” idênticas, por exemplo. Para clarificar, faço uma comparação com as famosas e excelentes camisas Titan. Eu classifico as camisas Titan, cujos modelos testei todos, da seguinte forma: em primeiro lugar em termos de “permissividade de movimento” vem a Fury de 1 pano, descrita pelo fabricante como boa para qualquer estilo mas mais adequada ao supino sem arco (“flatbencher”). Em seguida temos a F6 (da qual existem vários sub-modelos), que é mais adequada ao atleta que executa um supino arqueado, embora ainda permita uma variação maior de angulações das articulações de cotovelo e ombro, bem como encaixe e ponto de contato com o corpo do atleta. Finalmente temos as Katanas – A/S para supinos arqueados e S/S para supinos sem arco. As Katanas, cujo material é mais consistente, possui um corte diferente, com uma torção de costura sob o triceps, que praticamente “força” o movimento do atleta. Uma outra descrição seria a de que ela favorece tão fortemente um determinado movimento e prejudica tanto qualquer outro que o atleta só pode tirar grande ou nenhum benefício do equipamento. Assim, a Titan tem “modelos”, e não “exemplares”. Ainda que o atleta encomende uma camisa sob medida, serão as medidas dele dentro do corte geral da camisa que escolher. A fabricação Canhão não funciona assim. Todas as camisas são encomendadas e feitas sob medida, mas não existem modelos no sentido descrito acima. Um mesmo modelo pode ser feito para um atleta de pegada aberta ou fechada, encaixe alto ou baixo, movimento triceptal ou com ênfase no deltoide, ondulação excêntrica/concêntrica com a articulação do cotovelo “fora-dentro” ou “dentro-fora”. Enfim: o molde é determinado pela mecânica do movimento de cada atleta específico. Assim, um flatbencher e um supinador arqueado podem, ambos, utilizar uma camisa de modelo T-Rex. No entanto, o molde utilizado para cada um variará. Não sei como isso é feito – não sou fabricante de equipamento e sim atleta e estudiosa dos levantamentos. Nessa qualidade, formei uma opinião muito positiva das camisas de fabricação Canhão, que competem bem com as importadas. A utilização de múltiplas camadas, feita também por fabricantes estrangeiros, no caso das camisas Canhão é, em alguns modelos, um mecanismo para gerar um tipo específico de resistência. Por incrível que possa parecer a alguém que não manipulou estes materiais, uma área de múltipla camada trelissada pode oferecer menos resistência e mais elasticidade do que uma única camada de NXG (tecido patenteado da Titan). Percebe-se assim que este fabricante nacional utiliza a criatividade com o material disponível e possível para criar o efeito mecânico de proteção e carry-over do qual o atleta de supino necessita. A maior novidade é uma nova camisa de duas camadas, de material novo, de boa resistência e leve. Fui informada pelo proprietário e criador da camisa, Rogério Canhão, que a empresa se prepara para lançar mais inovações no mercado de equipamentos de powerlifting. Aguardo com grande expectativa. [Observação: não sou atleta patrocindada da marca Canhão, uso camisas de todas as marcas e neste evento em particular usei uma camisa da marca Inzer]
Mais informações: http://www.canhaobenchpress.com/
Marilia Coutinho, Ph.D. CREF 059869-P/SP Currículo esportivo: http://www.athletebio.com/bra1963f1 http://www.bodystuff.org/curriculoesportivo.html | |
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